Professor agredido por alunos se mostra indignado com situação
Nossa Lucélia - 22.08.2011
Abel destaca que não pode ficar calado
ADAMANTINA - O professor adamantinense Abel de Souza, de 63 anos, que foi agredido por um aluno dentro da sala de aula em escola de Junqueirópolis, procurou o Grupo IMPACTO munido de laudos médicos, declarações e requerimentos que comprovam o ocorrido para demostrar sua indignação.
Abel explica que leciona há 31 anos e que estava trabalhando na EE Geraldo Percorani como substituto há uma semana. “Em toda minha vida como professor, nunca vivi uma cena como aquela. Nunca nenhum aluno havia tocado em mim”, relata. “Naquele dia, uma criança de 14 anos me deu um soco no rosto, que pegou no queixo. Até tentei conversar com ele, mas ele veio de novo para cima de mim com chutes e pontapés, me jogando no chão”, conta o professor.
Abel destaca que não pode ficar calado, pois tem que representar a classe. “Vou procurar meus direitos, vou até a Delegacia Regional de Ensino, polícias, advogados, entrarei com uma ação contra o Estado, pois não posso me calar”, afirma.
O professor está afastado por não ter condições nem físicas nem psicológicas para enfrentar uma sala de aula. “O aluno que me agrediu já até voltou para a escola, pois pegou apenas três dias de suspensão”, conta. Além disso, segundo Abel, a direção da escola não se preocupou em socorrer o professor. Abel de Souza pertence ao Conselho Superior Estadual do CPP, a Apeoesp, Apampesp, insti
Fonte: Tamyris Araujo / Adamantina em PautaVoltar para Home de Notícias
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