Psicólogo acusado de matar jovem osvaldocruzense comete suicídio
Nossa Lucélia - 08/.11.2010
PARAPUÃ - O psicólogo, Fábio Menossi Teixeira, 31, cometeu suicídio em Ciudad D'Leste (na divisa com o Brasil) no Paraguai entre a noite de sexta-feira (5) e a madrugada de sábado. O corpo do psicólogo chegou na noite deste domingo, 7, a Parapuã para ser velado. Seu sepultamento será às 09 horas de hoje (8). O corpo de Menossi está no velório de Parapuã.
Menossi é um dos acvusados do assassinato da osvaldocruzense Luana Regina Mazaro de 23 anos, ocorrida no último dia 20 de outubro em Parapuã. O corpo da jovem, na oportunidade, foi jogado no córrego Lagoa Azul na divisa entre Osvaldo Cruz e Parapuã. O outro acusado pelo crime, Diego dos Santos Reis, 18 anos de idade, morador em Parapuã, segue preso em Palmital.
De acordo com informações da Polícia Militar de Parapuã, o advogado de Menossi teria informado sobre sua morte. Ele era foragido da Justiça porque tinha contra si mandado de prisão temporária expedido pela Comarca de Osvaldo Cruz.
A PM de Parapuã informou que Fábio teria tentado se matar com uma cortina. Como não conseguiu, ingeriu grande quantidade de medicamentos, o que determinou sua morte. O corpo chegou por volta de meia noite deste domingo (7) a Parapuã.
O psicólogo Fábio Menossi foi candidato a vereador em Parapuã nas eleições de 2008 pelo PC do B.
Quando a ordem de prisão foi expedida, Menossi estava internado numa clínica psiquiátrica de Tupã e saiu. Só não foi preso antes por causa do período eleitoral. O suspeito aproveitou a oportunidade e fugiu para o Paraguai.
O caso - A osvaldocruzense Luana Regina Mazaro foi morta por Fábio Menossi, que era seu namorado. No dia do crime tanto Diego quanto Fábio fizeram uso de drogas e a motivação do assassinato pode ser passional. O psicólogo já não exercia sua profissão, mas tinha ciúmes da namorada e há informações sobre outros desentendimentos anteriores do casal.
Já Diego, só está preso porque foi pego após furtar uma casa em Parapuã. Na fuga, ele deixou cair celular, boné e carteira.
A caminho da própria casa, passou na praça da Matriz de Parapuã, arrombou o cadeado de um treiler de lanches, levou R$ 50 em dinheiro e na fuga foi visto pelo vigia da praça, que chamou a PM. Próximo da praça ele foi abordado e preso. Na delegacia ele contou que ajudou a matar Luana, inclusive os detalhes do crime.
A osvaldocruzense Luana teria sido morta por esganadura em Parapuã e jogada da ponte sobre o Córrego Lagoa.
Fonte: Da Ocnet_colaborou Edvaldo Santos
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