Advogada osvaldocruzense morta em acidente será sepultada hoje às 17 horas
Nossa Lucélia - 21.10.2010


O sepultamento da advogada Arlete Gimenez, vítima de um trágico acidente ocorrido na rodovia Assis Chautebriand na manhã de ontem, 20, será as 17 horas.

OSVALDO CRUZ - Deve ser sepultada às 17 horas desta quinta-feira, 21, o corpo da advogada osvaldocruzense, Arlete Gimenez de Melo Andrade, que morreu vítima de uma fatalidade na rodovia Assis Chateubriand próximo a Martinópolis por volta de 09h30 desta quarta-feira (20). Centenas de pessoas prestaram últimas homenagens a Arlete e solidariedade aos familiares.

O corpo de Arlete está no Velório de Osvaldo Cruz e chegou a cidade por volta de 19 horas vindo de Presidente Prudente, onde foi submetido a perícia.

A advogada de 44 anos de idade Arlete Gimenes de Melo Andrade morava na rua Cinco, bairro Santa Mônica em Osvaldo Cruz e era casada com o Major PM Francisco Valderico de Andrade Júnior, comandante do Batalhão de Polícia de Presidente Venceslau e tinha dois filhos.

O acidente - De acordo com a Polícia Rodoviária de Presidente Prudente, uma peça que se soltou da roda de um caminhão foi que matou, Arlete Gimenez de Melo Andrade. O fato ocorreu na rodovia Assis Chateaubriand, em Martinópolis, na manhã de quarta-feira (20/10). O carro com placas de Osvaldo Cruz em que Arlete dirigia foi parar no acostamento, após a peça atingir o parabrisa e matar a advogada ainda no local.

A filha da vítima, Ana Júlia, de 15 anos e que estava ao lado da mãe, tomou conta do volante e conseguiu controlar o carro, que parou no acostamento do outro lado da pista. Arlete e Ana Júlia ocupavam o carro que ia de Osvaldo Cruz para Presidente Prudente.

A adolescente não sofreu ferimentos, mas foi encaminhada à Santa Casa de Martinópolis em estado de choque e assim permanecia até a noite desta quarta-feira. Ela foi rapidamente atendida e liberada em seguida.

O motorista do caminhão não parou para prestar socorro e por isso ainda não foi identificado. A Polícia Rodoviária acredita que ele nem tenha visto que a peça tenha se soltado. "Essa peça só se desprende com o veículo em movimento. Ele não ouviu e não sentiu que a peça se desprendeu. A campana da roda deve ter tido algum problema e despreendido", avalia o tenente da Polícia Rodoviária, Luis Nelson Disaró, que estava no local do acidente.


Fonte: Da Ocnet - colaborou TV Fronteira)




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