Comerciante parapuense se diz esquecida por autoridades
Nossa Lucélia - 17.07.2010



PARAPUÃ - O Arrombamento de Lan House e que deu prejuízo de R$ 12 mil a proprietário ontem reabre discussão sobre violência no comércio de Parapuã. Justamente a cidade que anunciou um programa de monitoramento por câmeras em pontos estratégicos já contabiliza mais de R$ 40 mil em prejuízos este ano em apenas dois roubos contra estabelecimentos comerciais da cidade.

Num furto há quatro meses em uma loja de confecções chamada Petyta Modas os bandidos levaram durante a madrugada mais de R$ 30 mil em mercadorias. A proprietária da empresa, Aparecida Lurdes Gonçalves dos Santos reclama da demora na instalação das câmeras de monitoramento e critica a falta de segurança em Parapuã.

A comerciante diz que ela e o marido já se aventuraram a investigar os bandidos e que lamenta por saber que os ladrões ficarão impunes. Aparecida diz que ainda se recupera do arrombamento. A exemplo da Lan House furtada nesta semana em Parapuã, a loja de roupas tem a porta de vidro e não conta com alarmes e nenhum tipo de reforço na segurança.

Agora o outro lado - O vice prefeito de Parapuã, Samir Pernomian, rebate as críticas da comerciante. Diz que o projeto de monitoramento é um privilégio e que atribuir os furtos à demora na instalação das câmeras é injusto.



Fonte: Da Ocnet (colaborou Edvaldo Santos_Rádio Alvorada)


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