Contraprova descarta primeira morte por dengue na Nova Alta Paulista em 2026
Nossa Lucélia - 29.04.2026


Contraprova do Instituto Adolfo Lutz afasta relação entre óbito de idoso em Tupi Paulista e dengue, mas região segue em alerta com alta incidência da doença

Região - Um exame realizado pelo Instituto Adolfo Lutz descartou que a morte de um idoso de aproximadamente 80 anos, morador de Tupi Paulista (SP), tenha sido causada pela dengue.

O óbito, registrado no fim de março, havia sido contabilizado como a primeira morte pela doença no Oeste Paulista em 2026. O homem tinha comorbidades como hipertensão e diabetes e faleceu no mês passado. Após solicitação da Prefeitura, a contraprova confirmou que não houve relação com a dengue.

Apesar do descarte, o cenário epidemiológico na região da Nova Alta Paulista e do Pontal do Paranapanema continua preocupante. Cinco cidades concentram as maiores incidências da doença em todo o estado: São João do Pau d'Alho, Nova Guataporanga, Teodoro Sampaio, Narandiba e Taciba. Em Tupi Paulista, os números seguem em alta, com 84 casos confirmados em 2026.

Mortes confirmadas no estado - A primeira morte por dengue confirmada em São Paulo neste ano ocorreu em Nova Guataporanga, em 9 de janeiro, quando um homem de 53 anos não resistiu à doença. Contudo, o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) contabilizou o caso em 2025, já que a data pertence à Semana Epidemiológica 53 do ano anterior.

Segundo o Painel de Arboviroses do governo estadual, até o momento foram confirmadas nove mortes por dengue em 2026: duas na capital, uma em Araçatuba, uma em Cotia, uma em Jacareí, duas em Nova Granada e uma em São José dos Campos.

Fonte: g1 P. Prudente



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