Projeto voluntário de reflorestamento atua na restauração ecológica de áreas degradadas por incêndio em Lucélia
Nossa Lucélia - 03.11.2024


Iniciativa contempla plantio de árvores nativas e lançamento de bombas de sementes

LUCÉLIA - Após o incêndio de grandes proporções que atingiu, em agosto deste ano, a mata ciliar que protege o Rio Aguapeí, também conhecido como Rio Feio, em Lucélia (SP), um grupo de voluntários realiza um projeto de restauração ecológica nas áreas que foram degradadas pelo fogo a partir do sentimento coletivo de indignação e tristeza, em “resposta do grito de socorro da natureza”.

Fundado no começo de outubro, o projeto Refloresta Aguapeí tem o objetivo de realizar ações diretas e urgentes a favor das recuperações do meio ambiente, além de:

  • fazer o plantio direto de espécies nativas da Mata Atlântica;
  • lembrar a importância da natureza na vida biodiversa;
  • conscientizar sobre a sustentabilidade;
  • chamar atenção a respeito do desmatamento exagerado na região causado pela prática da monocultura; e
  • reflorestar as áreas queimadas, resgatando a biodiversidade da região de Lucélia.

Os voluntários do projeto explicaram ao g1que a iniciativa tem buscado desenvolver, de forma eficaz, métodos de recuperação e reflorestamento com o objetivo de ajudar a natureza.

Para isso, o projeto atua através do plantio direto com árvores nativas na região, além de chuva e lançamento de bombas de sementes em algumas áreas.

Os voluntários também explicaram que, para que a ação continuasse, foi necessário sensibilizar e agregar as pessoas ao redor sobre a causa, uma vez que “o projeto é uma ideia descentralizada, que precisa de mudanças, e ela só será significativa com ajuda de todos”.

Além de atuar na região do Parque Municipal Salto Botelho, em Lucélia, o projeto tem os objetivos de ecoar e expandir a ação para outros lugares e motivar as pessoas a fazer parte do processo de regeneração da natureza, “pois a causa ambiental é global”.

O grupo já conseguiu fazer o reflorestamento de duas áreas, que equivalem a aproximadamente 10 mil metros quadrados.

Os membros do projeto explicaram que, em cada área, foram utilizados métodos distintos de reflorestamento. Em uma delas, foi realizado o plantio em núcleos, já na outra, houve a cobertura de uma extensão com o plantio direto.

“Porém, tem muito pra ser feito, um dos voluntários conseguiu imagens áreas através de drone, e são assustadoras”, afirmaram.




Fonte: Júlia Guimarães _ g1 Presidente Prudente



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