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Projeto de internet sem fio de PP pode tornar-se referência para Bastos
Nossa Lucélia - 29.01.2010
BASTOS - Representantes de Bastos, entre eles o vereador Manoel Rosa (PMDB) e o assessor de informática da Câmara, Paulo César Bernardelli, estiveram na manhã desta quinta-feira (28) na Secretaria de Tecnologia e Informação de Presidente Prudente, para conhecer o projeto de internet gratuita, já em fase de implantação no Parque do Povo, que tem como propósito promover a inclusão digital e valorizar os pontos turísticos do município.
Na ocasião, o secretário da pasta, Rogério Marcus Alessi, detalhou sobre a parte técnica e operacionalização do sistema, bem como tratou dos investimentos necessários para fazer o serviço funcionar. “Prudente está desenvolvendo um projeto muito interessante e que pode servir de referência para muitas cidades, inclusive para Bastos. A visita de hoje nos animou ainda mais a tocar para frente a ideia de implantação da internet gratuita em Bastos, pois além de útil, vimos que é possível e não fica tão caro”, destacou o vereador.
Em Prudente, a previsão é de que em dois meses os prudentinos passem a contar com a novidade. A internet gratuita será implantada no trecho que vai desde o Centro de Informações Turísticas (CIT) até a rotatória da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Depois o projeto será ampliado para outras localidades, inclusive para bairros e distritos. A pasta de Tecnologia e Informação prevê que para as instalações sejam investidos R$ 100 mil.
O vereador de Bastos disse que as informações prestadas pelo secretário de Tecnologia de Prudente serão levadas agora para a prefeita do município Virgínia Fernandes (PSDB). “Esse foi o propósito da nossa visita. Colher subsídios para quem sabe possamos implantar o mesmo sistema em Bastos, com o objetivo de poder oferecer posteriormente serviço gratuito à população. Em Bastos, temos hoje cerca de 6 mil residências, sendo que destas em torno de 2 mil, possuem acesso à internet através de sinais fornecidos por provedoras pagas. Queremos acabar com isso. Fazer com que ao invés das pessoas pagarem para essas provedoras, use a quantia para investir no comércio local”, completou.
Fonte: do GN Online (Com Assessoria de Imprensa)
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