Funcionários da prefeitura trabalham incansavelmente para sanar os problemas causados pela chuva em Lucélia
Nossa Lucélia - 11.01.2010


LUCÉLIA (Por Camila Heloíse) - Na semana passada, como foi relatada pelo jornal O Independente, a chuva destruiu o trevo principal da cidade, estradas que ligam Lucélia à região e também pontes. Só no mês de dezembro chegou a chover um total de 338,7 milímetros.

Pessoas tiveram seus automóveis presos na lama que se formou pelas estradas e rodovias. A Rodovia João Ribeiro de Barros ficou coberta pela lama impedindo a passagem. A vicinal Paschoal Milton Lentini (que liga ao Salto Botelho e a Penitenciária) também foi destruída, e a ponte do Matadouro que liga a cidade ao município de Pracinha).

Segundo informações do Diretor de Obras, Julio César Bonfochi Costa, a prefeitura está tomando todas as providências para que os danos sejam reparados o mais depressa possível. O Diretor de Obras informou que foi feito um desvio da fazenda Santa Maria que liga até a fazenda Poema. Na ponte da Água Grande foi feito um aterro. “Também houve reparos na ponte do Matadouro, mas como o local está muito perigoso haverá um desvio até que possamos resolver o problema por completo”, afirma Julio.

Ainda segundo Julio, na vicinal Paschoal Milton Lentini, na altura do km três, foi feito um aterro no buraco que se formou com a chuva, com parceria da Prefeitura e Central de Álcool e, no quilômetro 15, apenas meia pista está com passagem e dentro de poucos dias serão tomadas as devidas providências. A estrada que liga ao bairro Mil Alqueires está intransitável e também será sanado o problema pela Prefeitura e Central de Álcool.

Decreto da Prefeitura de Lucélia declara situação de anormalidade

O Decreto Municipal nº 6.978 de 29 de dezembro de 2009, publicado no jornal O Independente no último dia 31, declarou situação anormal, “caracterizada como Situação de Emergência as áreas do Município de Lucélia, Estado de São Paulo, atingidas por enxurradas ou inundações bruscas, relacionados com danificação ou destruição de obras de arte”. A expectativa, com a decisão, é que ocorram ações com maior celeridade em apoio à cidade e à prefeitura, tanto pelo governo estadual como o federal.

De acordo com o Diretor de Administração, Lucas João Braga, no dia 29 de janeiro do ano passado foi feito um decreto semelhante, publicado neste mesmo veículo. O decreto que também declarava situação de emergência foi reconhecido pela Defesa Civil e Secretaria Nacional de Defesa Civil, porém, até a data de hoje, nenhum dinheiro foi enviado. “Todos os trâmites burocráticos de responsabilidade da Administração Municipal necessários foram feitos, até agora não obtivemos resposta”, confirma Lucas.


Fonte: http://camilajornalismo.blogspot.com/

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