Adamantina: morte de empresária pode ser esclarecida
Nossa Lucélia - 04.09.2009
ADAMANTINA- Deve ficar pronto na próxima semana o laudo do Instituto Médico Legal (IML) que pode indicar a causa da morte da empresária adamantinense Maria Angélica Stafuzza de Paula, de 44 anos, encontrada nas águas do rio Aguapeí em 10 de agosto.
O resultado da necropsia é um fator importante para direcionar as investigações e solucionar o caso. Além disso, devem ser concluídas as averiguações que envolvem imagens da câmera de segurança da usina Branco Peres, que teria filmado o carro passando na vicinal. Desta forma, então a Polícia deve concluir se ela estava sozinha ou não no veículo.
O caso
A mulher, que era sócia de uma empresa distribuidora de água mineral, teria ido no dia 7 de agosto, por volta do meio-dia, a uma agência bancária da cidade e não foi mais encontrada. No domingo, 9, pescadores localizaram o veículo Ford Belina, com placas de Adamantina, de propriedade da comerciante e que era conduzido por ela no dia do desaparecimento, caído em um barranco de três metros de altura ao lado da vicinal Plácido Rocha, às margens do rio Aguapeí, no bairro rural Lagoa Seca, em Adamantina. No mesmo dia foram feitas buscas pelo local, mas nada foi encontrado.
No dia 10, a equipe de resgate do Corpo de Bombeiros encontrou o corpo de Maria Angélica flutuando nas águas do rio, cerca de cinco quilômetros abaixo da ponte.
Hipóteses
Muitas vertentes e especulações envolvem o caso. Uma coisa a polícia já sabe: o carro apresentava parabrisa quebrado de dentro para fora, do lado do passageiro e havia tufos de cabelo espalhados no veículo, o que aparenta possivelmente ter havido luta corporal. Também há sinais de que algo foi arrastado em direção ao rio, o que poderia ter sido o corpo da mulher morta.
A morte chocou a cidade. Parte da população está intrigada com o fato de que o caso se deu exatamente nos dias da saída temporária de presos por ocasião do Dia dos Pais. Outro fato comentado por pessoas próximas à família é que a empresária poderia estar pressionada por dívidas junto a agiotas e passar por momentos de depressão. A família não confirma a versão. Para a Polícia Civil, nenhuma hipótese é descartada, nem mesmo a de suicídio.
(Fonte: Daniel Torres / Ocnet)
Voltar para Home de Notícias
Lucélia - A Capital da Amizade
O primeiro município da Nova Alta Paulista |