Acusado de matar homem a tiros, autônomo se apresenta à Polícia Civil e é preso
Nossa Lucélia - 12.04.2017


Conforme a corporação, autor e vítima se desentenderam por causa da venda de cigarros contrabandeados, em Dracena


DRACENA - Um autônomo de 30 anos foi preso, acusado de matar a tiros um servente de 41 anos, em Dracena. Conforme a Polícia Civil, o mandado de prisão temporária foi cumprido nesta segunda-feira (10), após a apresentação do autor na delegacia.

O crime aconteceu no último dia 3, no Jardim Santa Clara. Ainda segundo a polícia, no dia anterior à morte, os dois tiveram um “desentendimento, em razão de um desacordo comercial relacionado com a venda de cigarros contrabandeados, em um pesqueiro localizado nesta cidade”. Durante a discussão, a vítima teria dado um tapa no rosto do autor.

Por causa do desentendimento, na madrugada do dia 3, o autônomo foi até a casa do servente, pulou o muro e efetuou vários disparos de arma de fogo, “os quais atingiram a vítima no tórax, no braço esquerdo e na face e foram a causa determinante de sua morte”.

O crime foi registrado e foi instaurado um inquérito policial pela Delegacia de Investigações Gerais e pela Delegacia de Investigações sobre Entoprcentes (DIG/Dise) de Dracena. A coleta preliminar de provas apontou o investigado como o autor do crime.

A Polícia Civil pediu a prisão temporária pelo prazo de 30 dias, que foi concedida pela 1ª Vara da Comarca de Dracena.

“A Polícia Civil continua realizando diligências, visando ao encontro e à apreensão da arma de fogo utilizada no crime, uma vez que o acusado não forneceu, até o momento, nenhuma informação que pudesse levá-la à sua apreensão”, salientou a corporação.

A polícia destacou ainda que as investigações seguem “visando a oitivas de testemunhas e demais atos de Polícia Judiciária tendentes a colher as provas necessárias para o formal indiciamento do acusado”.

O autônomo foi encaminhado para a Cadeia de Presidente Venceslau, onde aguardará preso o término das investigações policiais. A prisão temporária poderá, em caso de necessidade da investigação, ser prorrogada por mais 30 dias, ou, ainda, convertida em prisão preventiva pela Justiça.


Fonte: Do G1 Presidente Prudente

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