Propostas de redução de salário geram discussões e fazem vereadores reverem valor de R$ 3.300
Nossa Lucélia - 17.05.2016
Os vereadores Aguinaldo Pires Galvão (DEM) e Fabio Roberto Amadio (PV) sugeriram abaixar o vencimento para um salário mínimo (R$ 880,00)
ADAMANTINA - Diferente do consenso que tiveram ao aprovarem por unanimidade os novos subsídios para prefeito, vice e secretários municipais, os vereadores adamantinenses divergiram na hora de apreciar o subsídio dos próximos ocupantes das nove cadeiras do Poder Legislativo, no mandato 2017/2020.
O projeto que mantinha os subsídios nos atuais R$ 3.300,00 (edis) e R$ 4.950,00 (presidente) também estava na pauta de votações da sessão ordinária da noite de segunda-feira passada (9), mas acabou sendo pedida a retirada para melhores estudos por Hélio José dos Santos (PR).
Antes disto, a emenda apresentada por Luiz Carlos Galvão (REDE) e Diniz Parússolo Martins (DEM) de reduzir o subsídio para R$ 2.200,00 agitou o plenário e iniciou uma série de discursos, a maioria desfavoráveis. Então Aguinaldo Pires Galvão (DEM) e Fabio Roberto Amadio (PV) sugeriram então abaixar o vencimento para um salário mínimo (R$ 880,00), o que desagradou ainda mais os pares.
Em determinado momento Rogério Sacoman “Macarrão” (PSB) esbravejou e “mandou” os “colegas” pararem de demagogia, por causa dos baixos valores indicados. A expressão usada por ele causou reações contrárias nos demais. Até que a presidente Maria de Lourdes Santos Gil “Dinha” (DEM) encerrou o bate-boca colocando a retirada em votação.
De acordo com o prazo regimental, a proposta deve ser analisada pelos vereadores e retornar ao plenário em 15 dias, ou seja, provavelmente na sessão ordinária do próximo dia 23 de maio.
Fonte: Da Folha RegionalVoltar para Home de Notícias
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