Circuito Cultural apresenta nesta sexta o espetáculo "O senhor das chaves"
Nossa Lucélia - 09.04.2015


A apresentação será às 20 horas, na Casa da Cultura. A entrada é grátis

LUCÉLIA - Com apoio da Diretoria de Cultura, o Circuito Cultural Paulista traz para Lucélia nesta sexta-feira, (10), o espetáculo circense “O senhor das chaves”. A apresentação será às 20 horas na Casa da Cultura “Dona Filhinha”.

A peça conta a história de um velho marinheiro que aparece, mas não se sabe de onde. Bastante atrapalhado, mostra dúvidas a respeito do que faz ali, e de quem são aquelas pessoas sentadas à sua frente. Entende-se que ele está sem memória. 

Aos poucos, e com a ajuda do público, ele vai se localizando, e acaba por abrir os baús que se encontram no palco. Dentro dos baús, ele encontra objetos – instrumentos musicais, pedaços de cordas, tecidos – que o fazem recordar várias histórias. Elas ativam o imaginário dos pequenos espectadores, colocando-os também como narradores ou até personagens das mais incríveis fábulas. 

O espetáculo terá entrada franca e classificação livre. Duração de 50 minutos.

O SENHOR DAS CHAVES - Na história levada ao palco por Alexandre Roit, um velho marinheiro aparece, mas não se sabe de onde. Bastante atrapalhado, tem dúvidas do que faz ali e quem são as pessoas sentadas à sua frente. Ele provavelmente perdeu a memória, mas o público vai ajuda-lo a recuperá-la.

Existem no palco vários baús, e dentro deles muitos objetos: instrumentos musicais, pedaços de cordas, tecidos - que o fazem recordar várias histórias: a de um pescador que conheceu uma sereia, um outro pescador que conheceu um gigante que morava numa ilha que afunda e aparece num lugar diferente, e ainda outro pescador que esteve em Atlântida. Entre uma história e outra, ele tem lapsos de memória, voltando sempre ao ponto de partida, como se tivesse acabado de chegar àquele lugar.

Ao final, resta ao público a dúvida: seria ele mesmo o pescador das histórias que contou? Seriam aquelas histórias verdadeiras, ou fruto da sua imaginação?

Talvez isso não importe. Talvez o que nos interessa seja levar aquelas histórias conosco, como lembrança de um mundo em que, mesmo que as coisas sejam inventadas, não quer dizer que não sejam verdade.


Fonte: Assessoria de Comunicação

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