Com 203 casos confirmados Secretaria de Saúde intensifica ações de combate à dengue
Nossa Lucélia - 25.03.2015
Ação tem como objetivo impedir o avanço da doença que já contabiliza 203 casos confirmados e tem casos de mortes em cidades da região
ADAMANTINA - As ações preventivas/educativas e de combate à dengue estão sendo intensificadas pelas secretarias de Saúde, Educação e Obras e Serviços da Prefeitura de Adamantina. Segundo informações da Secretaria de Saúde de Adamantina, todo este esforço tem como objetivo fortalecer o trabalho de conscientização e, consequentemente, reduzir o número de casos da doença, que já acometeu 203 pessoas neste ano.
Agentes de controle de endemias estão visitando residências e a área central distribuindo panfletos, enquanto prosseguem as ações de busca-ativa de focos do mosquito e aplicação de inseticida em diversos bairros com registro de casos. Nas escolas, professores abordam o tema e transformam os pequenos em multiplicadores, buscando disseminar ações de combate. Já a coleta de entulhos continua pelos bairros.
Para os próximos dias é prevista ainda a distribuição de sementes de crotalária, planta que na fase adulta atrai predadores do mosquito Aedes Aegypti, transmissora da dengue. A distribuição, segundo informações do secretário Jorge Chihara, não foi efetuada antes em razão da falta do produto, que está sendo utilizado em diversas cidades como ação de apoio no combate à doença.
De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde, as previsões são pessimistas em relação ao controle dos casos de dengue na região. Nos 16 municípios da micro-região de Adamantina, a expectativa é de epidemia nas mesmas proporções de anos anteriores.
Para conter o avanço da doença, segundo os profissionais da Secretaria de Saúde, é necessário que o cidadão, ao apresentar os sintomas da dengue (febres, dores no corpo e de cabeça, náuseas, vômitos e manchas vermelhas pelo corpo), procure imediatamente uma unidade básica de saúde. A tardia notificação pode resultar no aparecimento de novos casos.
Evitar uma nova epidemia, não depende somente da atuação dos profissionais do setor de saúde, mas da eliminação dos criadouros e do nível de conscientização dos adamantinenses. Com estas medidas, em tese, será possível evitar a superlotação das unidades de saúde, um dos efeitos da epidemia de dengue que se alastrou por toda a região.
Outra preocupação é em relação ao agravamento dos sintomas da dengue clássica. Na região, diversas pessoas infectadas pela dengue tiveram evoluções assustadoras do quadro clínico. Em alguns casos, a doença provocou mortes por complicações.
Fonte: Assessoria de ImprensaVoltar para Home de Notícias
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