Ausência de mata ciliar pode acarretar em assoreamento de rios
Nossa Lucélia - 25.10.2014



LUCÉLIA - Um fato observado em praticamente todos os riachos, córregos e rios do município de Lucélia e demais cidades da região é a pouca vegetação nas margens dos rios. Tal fato é preocupante, pois pode acarretar, futuramente, no assoreamento e consequentemente em futuros problemas ambientais.

A falta de vegetação nativa que protege os rios é um dos principais fatores que leva ao assoreamento de um rio, onde a água da chuva acaba levando a à terra e areia para o leito do rio, provocando a o assoreamento que é o processo em que observa-se no leito dos rios acúmulo de detritos, lixo entulho e outros , no fundo dos rios e lagoas interferem na topografia de seus leitos impedindo-os de portar cada vez menos água, provocando seu transbordamento em épocas de grande quantidade de chuvas. Tal fato, para a comunidade cientifica pode levar a desertificação, provocando sérios danos ao meio ambiente.

Apesar de não "matar” os rios, o assoreamento pode aumentar o nível de terra submersa e ajuda a aumentar os níveis das enchentes nos espaços urbanos e rurais de ocupação humana. Segundo a legislação em rios com até 10 metros, as margens devem conter até 30 metros de vegetação. Para rios com margem de 10 a 50 metros, o espaço a ser preservado é de 50 metros.

A conscientização do problema e a ação em parceria entre o poder público, produtores rurais, com o terceiro setor, pode ser uma saída para enfrentar e superar o problema da preservação das nascentes, riachos, córregos e rios na região.


Fonte: Marcos Vazniac

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