Pacaembu e Pracinha aderem à implantação do Samu
Nossa Lucélia - 03.06.2014
Pacaembu e Pracinha entraram em acordo com comitê para firmar parceria. Custo será de R$ 1,07 per capita; atividades devem ter início em dezembro
REGIÃO - Em reunião técnica realizada nesta segunda-feira (2), o comitê que discute a implantação do Serviço Móvel de Urgência na Nova Alta Paulista definiu o projeto de implantação do serviço, que será formalizado nesta terça-feira (3), na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Tupã (SP). Ainda durante o encontro, que contou com representantes das secretarias municipais de saúde, procuradores jurídicos das cidades e representantes do Ministério da Saúde, foi anunciada a adesão de Pracinha e Pacaembu ao plano.
Conforme o secretário de saúde de Adamantina e presidente da comissão, Jorge Yochinobu Shihara, ficou estabelecido o valor de R$ 1,07 per capita para a ativação do serviço. As cidades de Adamantina, Osvaldo Cruz, Lucélia, Parapuã, Rinópolis, Mariápolis, Inúbia Paulista, Salmourão e Sagres já haviam confirmado participação.
Ainda compõe o comitê a cidade de Tupã, única que não integra a região de Presidente Prudente. Ela será sede de uma das unidades avançadas, ou seja, aquelas que contarão com um médico plantonista para atendimento nas próprias ambulâncias. Adamantina também funcionará no mesmo esquema de trabalho, porém só depois de seis meses de funcionamento.
Já as outras localidades contarão com unidades básicas, que são aquelas que se deslocam apenas com o motorista e o enfermeiro, de acordo com Shihara. “Esta distribuição permitiu uma redução dos custos, o que possibilitou a adesão de mais municípios ao plano. Agora vamos reivindicar junto ao Ministério da Saúde verbas para que consigamos melhorar ainda mais o serviço, com a implantação de mais unidades avançadas”, declara.
O cronograma de ativação do serviço também já foi definido. O presidente do comitê explica que o Samu deve estar em funcionamento já no mês de dezembro deste ano.
O planejamento é definido após diversos encontros e discussões. Até mesmo o Ministério Público Federal (MPF) precisou interferir no caso e solicitar um prazo para que a situação fosse definida. Após isso, foi definido o barateamento de custos do sistema em até R$ 300 mil. Existia até a possibilidade de que as ambulâncias, que já estão em algumas das cidades, pudessem ser devolvidas aos órgãos federais.
A proposta também foi uma das prioridades da Associação dos Municípios da Nova Alta Paulista (Amnap), que luta desde o início do ano para conseguir uma decisão quanto ao caso.
Fonte: Do G1 Presidente PrudenteVoltar para Home de Notícias
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