Acusada de esquartejar o marido pega pena de sete anos em júri
Nossa Lucélia - 24.05.2014


Com cumprimento inicial em regime semiaberto, a condenação foi dividida em seis anos por homicídio e um ano por ocultação de cadáver. Crime foi cometido em 2006, em Dracena

DRACENA - O Tribunal do Júri realizado no Fórum de Dracena condenou Maria Aparecida Alves, de 59 anos, à pena mínima de sete anos pela morte do próprio marido, José Borbolan, que era conhecido na cidade como “Zé Garçom”.

O julgamento durou 16 horas. Teve início às 10h50 de sexta-feira (23) e só terminou às 2h50 deste sábado (24). Durante a sessão, presidida pelo juiz Valmir Maurici Júnior, a ré passou mal e precisou, inclusive, ser submetida a atendimento médico.

A pena total, com cumprimento inicial em regime semiaberto, foi dividida em seis anos por homicídio simples e em um ano por ocultação de cadáver.

“Zé Garçom” foi assassinado em dezembro de 2006, em Dracena. A mulher foi acusada de matar o companheiro com dois golpes de barra de ferro na cabeça e pelo menos três facadas. Depois de dormir ao lado do cadáver, ela teria, no dia seguinte, levado o corpo para o quintal da casa, onde foi esquartejado.

As partes do corpo foram colocadas dentro de sacos plásticos e guardadas em um  freezer. A mulher ainda foi acusada de, um dia depois, usar uma bicicleta para jogar os pedaços do cadáver em três diferentes lugares da cidade.

A motivação do crime seriam constantes agressões que ela sofria quando o companheiro ingeria bebida alcoólica. Ele também teria tentado por várias vezes molestar a enteada, na época com 14 anos.

Fonte: Do iFronteira.com

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