Reunião do próximo dia 14 pode definir situação do Samu Regional
Nossa Lucélia - 05.05.2014
Atualmente, a manutenção de uma unidade do Samu equivale ao valor de R$ 1,07 por habitante
REGIÃO - A situação do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) pode ser definida no dia 14, em reunião dos municípios com Procurador da República na região de Marília, Diego Fazardo Maranha Leão de Souza, e com técnico do Ministério da Saúde, quando será revisto o Plano Regional de Operação do Serviço de Urgência e Emergência. Em seguida, prefeitos analisarão a adesão ou não ao Samu.
Para o prefeito de Parapuã, Samir Alberto Pernomian – cidade que juntamente com Adamantina, Lucélia, Osvaldo Cruz, Pacaembu e Tupã possuem ambulâncias, o Samu “não funcionou e dificilmente funcionará”. “Apesar de hoje, os municípios estarem interessados em colocar em funcionamento, até porque existem penalidades para os atuais prefeitos, já que os antigos administradores assinaram e depois saíram, sobrando agora para nós resolvermos, não entrará em funcionamento”.
Segundo o prefeito, o principal entrave é a questão financeira. Atualmente, a manutenção de uma unidade do Samu equivale ao valor de R$ 1,07 por habitante em cada cidade da região, custo operacional considerado elevado para os municípios que já superam os índices estabelecidos pela Lei de Responsabilidade na Gestão Fiscal para aplicação na área de saúde.
“Não adianta ilusão. Estivemos em uma audiência em Marília [em abril], quando disse ao promotor do Ministério Público Federal que, o que gastarei com o Samu em um ano em Parapuã, compro três ambulâncias novas e invisto na Santa Casa. A conta do Samu não fecha”, afirma o prefeito.
A instalação do Samu Regional, tendo como ponto central a cidade de Tupã, começou há cerca de três anos. O serviço atenderá quase 250 mil habitantes, incluindo os municípios de Adamantina, Arco-Íris, Bastos, Herculândia, Iacri, Queiroz, Parapuã, Rinópolis, Lucélia, Osvaldo Cruz, Inúbia Paulista, Flórida Paulista, Sagres, Pracinha, Mariápolis, Salmourão, Pacaembu e Tupã.
Fonte: João Vinícius _ Do Grupo ImpactoVoltar para Home de Notícias
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