Prefeitura de Osvaldo Cruz discute privatizar destino do lixo
Nossa Lucélia - 28.10.2013
Audiência Pública ocorreu na sexta-feira na Câmara Municipal
OSVALDO CRUZ - Uma audiência pública debateu a possibilidade de Osvaldo Cruz mandar o lixo coletado diariamente para outra cidade na sexta-feira, 25.
A audiência foi marcada pela Prefeitura na Câmara Municipal e reuniu o prefeito Edmar Mazucato, vereadores, servidores municipais e representantes de outros setores, como a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.
O motivo da audiência é porque o aterro sanitário local já não tem capacidade para receber mais lixo e a Prefeitura não tem dinheiro para os investimentos necessários, como a abertura de novas valas.
Seriam necessárias mais quatro valas para o chamado lixo inerte, aquele que tem que ser enterrado. Cada vala custa R$ 700 mil reais para ser aberta. A prefeitura abriu uma, mas não tem recursos para fazer as outras.
A Cetesb, que é o órgão fiscalizador, já determinou que o lixo da cidade não poderá ir para a usina e o aterro e que o município encontre uma alternativa. Por isso, foi convocada a audiência pública onde uma empresa particular expor a possibilidade de coletar o lixo diária em Osvaldo Cruz e levar para uma usina em Quatá.
De acordo com o prefeito, Edmar Mazucato, esta foi uma primeira audiência de uma série de outros encontros que visam discutir a melhor saída para o destinho dos quase 30 mil quilos de resíduos produzidos diariamente na cidade.
Fonte: OCNetVoltar para Home de Notícias
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