Vacinação contra influenza H1N1 vai até o dia 31
Nossa Lucélia - 27.05.2013
Vacinação contra poliomielite acontece dia 06 de junho
LUCÉLIA - Terminará oficialmente, no próximo dia 31 de maio, a etapa de vacinação contra a campanha de vacinação contra a influenza provocada pelo vírus H1N1, na cidade de Lucélia.
Até o presente momento, foram vacinadas no município de Lucélia 3.180 pessoas, o que representa 76% do esperado, portanto, abaixo dos 80% que é a meta estabelecida pela Saúde. A maior resistência continua sendo dos idosos onde 2.265 ou 80% compareceram nos postos de vacinação para receberem a dose da vacina.
479 pacientes da saúde se vacinaram, o que representa 60% do total esperado. 279 crianças ou 90% do esperado tomaram a vacina, 134 gestantes, 23 puérperas, representando um percentual de 90% do esperado.
Para quem não procurou as unidades de saúde do município, deve fazer até o próximo dia 31 de maio e se precaver contra a terrível gripe que já ceifou a vida de centenas de pessoas no Brasil.
A gripe H1N1, ou influenza A, é provocada pelo vírus H1N1 da influenza do tipo A. Ele é resultado da combinação de segmentos genéticos do vírus humano da gripe, do vírus da gripe aviária e do vírus da gripe suína, que infectaram porcos simultaneamente.
O período de incubação varia de 3 a 5 dias. A transmissão pode ocorrer antes de aparecerem os sintomas. Ela se dá pelo contato direto com os animais ou com objetos contaminados e de pessoa para pessoa, por via aérea ou por meio de partículas de saliva e de secreções das vias respiratórias. Experiências recentes indicam que esse vírus não é tão agressivo quanto se imaginava.
Segundo a OMS um centro de controle de enfermidades, nos Estados Unidos, não há risco de esse vírus ser transmitido através da ingestão de carne de porco, porque ele será eliminado durante o cozimento em temperatura elevada (71º Celsius).
SINTOMAS - Os sintomas da gripe H1N1 são semelhantes aos causados pelos vírus de outras gripes. No entanto, requer cuidados especiais a pessoa que apresentar febre alta, acima de 38º, 39º, de início repentino, dor muscular, de cabeça, de garganta e nas articulações, irritação nos olhos, tosse, coriza, cansaço e inapetência. Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarreia.
DIAGNÓSTICO - Existem testes laboratoriais rápidos que revelam se a pessoa foi infectada por algum vírus da gripe. No caso do H1N1, como se trata de uma cepa nova, o resultado demora aproximadamente 15 dias. No entanto, nos Estados Unidos, já foram desenvolvidos “kits” para diagnóstico, que aceleram o processo de identificação do H1N1.
VACINA - A vacina contra a influenza tipo A é feita com o vírus (H1N1) da doença inativo e fracionado. Os efeitos colaterais são insignificantes se comparados com os benefícios que pode trazer na prevenção de uma doença sujeita a complicações graves em muitos casos.
Existe ainda uma vacina com ação trivalente, pois imuniza contra o H1N1e o H3N2 da influenza A e contra o da influenza B.
É bom lembrar que a vacina contra gripe sazonal que está sendo distribuída atualmente no Brasil foi preparada a partir de uma seleção de subtipos de vírus que representavam ameaça antes de aparecer o H1N1, uma variante nova de vírus influenza tipo A.
VACINAÇÃO CONTRA POLIOMIELITE ACONTECE DIA 06 DE JUNHO - Outra importante vacinaçao ocorrerá no próximo dia 06 de junho, um sábado em todo território nacional. Trata-se da vacina contra a poliomielite, destinada para crianças de 06 meses a 5 anos de idade.
Na cidade de Lucélia, a campanha se dará no Centro de Saúde de Lucélia que fica na rua Ricieri Pernomian e no PSF da Vila Rancharia, que fica na rua Antonio Chavarelli, no PSF da Vila Renó que fica na Avenida Brasil e no PSF da vila Cayres, que fica na rua Pe. José de Anchieta, próximo ao estádio José de Freitas Cayres.
Poliomielite, ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus (sorotipos 1, 2, 3), que pode infectar crianças e adultos por via fecal-oral (através do contato direto com as fezes ou com secreções expelidas pela boca das pessoas infectadas) e provocar ou não paralisia.
A poliomielite foi praticamente erradicada nas áreas desenvolvidas do mundo com a vacinação sistemática das crianças, mas o vírus ainda está ativo em alguns países da África e da Ásia. Para evitar que seja reintroduzido nas regiões que não registram mais casos da doença, as campanhas de imunização devem ser repetidas todos os anos.
Albert Sabin: Coube ao cientista polonês de origem judia, Albert Bruce Sabin, descobrir a vacina que hoje leva seu nome. Em 1961, Sabin, apoiado pelo Serviço Público de Saúde dos Estados Unidos, desenvolveu uma vacina oral com vírus vivo para combater a pólio. A vacina, um dos grandes avanços da medicina do século XX, prevenia a aquisição da poliomielite.
Fonte: Marcos VazniacVoltar para Home de Notícias
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