O Dia C
26 de novembro de 2011



Marcos Vazniac - “Eu sou agora como antes um católico e sempre será assim.” Adolf Hitler, para o general Gerhard Engel, 1941.

Antes do Dia D, o Exército Vermelho lutou bravamente nos escombros de Stalingrado e nas planícies de Kursk, contra um inimigo terrível. Mas antes de acontecer a invasão da Normandia, o mundo iria prender o fôlego, como previu Hitler, na batalha de Leningrado.

Desde dezembro de 1941, a cidade fundada por Pedro o Grande, e que mudou de nome três vezes até a Segunda Guerra Mundial, estava cercada pelo exército alemão. Hitler ordenou a morte dos habitantes da cidade por inanição.

Privada de comida durante 900 dias, a população de Leningrado, antiga São Petersburgo e Petrogrado, não se rendeu, e se alimentou de raízes, grama, insetos e cascas de árvores. Qualquer coisa que pudesse matar a fome servia.

Desde animais de estimação, a couro de sapatos era fervido. Pães eram feitos de farinha de serragem e até os cemitérios foram escavados. A guerra matou 1 milhão de pessoas na cidade, quando Leningrado foi libertada pelo Exército Vermelho.

A cidade que levava o nome do líder da Revolução Vermelha de 1917 não tombou diante da guerra, do frio e da fome. Leningrado resistiu firme e forte e foi símbolo de heroísmo. Com o fim da URSS em 1991, a cidade fez um plebiscito e voltou a se chamar São Petersburgo. Uma das cidades mais bonitas do mundo.

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