VALSA LUCÉLIA

Da Redação - A valsa LUCÉLIA, de autoria de Palmeira, Luizinho e Zezinha é considerada pelos lucelienses como o Hino da Cidade de Lucélia. Essa música foi gravada na década de 50 (não temos o ano exato da gravação) e apenas algumas Rádios da região possuem essa melodia em seus arquivos musicais.

Temos conhecimento de que alguns lucelienses também têm essa música que é guardada a sete chaves, pois trata-se de uma raridade musical. O arquivo foi enviado ao Portal pela luceliense Marisa Barrionuevo, hoje residindo em Santa Bárbara do Oeste.

A Marisa, uma luceliense batalhadora e que ama nossa querida Lucélia, após vários contatos com amigos lucelienses, conseguiu o arquivo através do Rurik Cavlak, o qual agradecemos pela colaboração que resultou nesta página para engrandecer ainda mais o conteúdo do Portal Nossa Lucélia.

ATUALIZAÇÃO DA PÁGINA
Em fevereiro de 2011, o Portal Nossa Lucélia recebeu importante colaboração do luceliense Reynaldo Giarola: o selo do Compacto Simples gravado em 1.951 que tem no lado B a melodia Valsa Lucélia e a melodia restaurada pelo Collector's Studios Ltda. que tem sede no Rio de Janiero.

"Estou enviando cópia da gravação da melodia Valsa Lucélia e o selo do compacto original em 78 rpms contendo, na face “A”, a musica Filão de Ouro, que fala de cidades do Norte do Paraná e no lado “B” a valsa Lucélia. Conforme dados que obtive, esta gravação foi feita em novembro de 1.951. Obtive as gravações das duas músicas do referido 78 rpm, já convertido para MP3 e com audio excelente, num serviço de restauro de acervos do Rio de Janeiro (Collector’s Studios Ltda.)" conta Reynaldo ao Portal.






Música e letra de Palmeira, Luizinho e Zezinha

Valsa Lucélia


Oh! minha linda Lucélia
terra boa onde eu nasci
rainha dos luminosos
tão formosa eu nunca vi.

Quem te conhece já sabe
quando és rica e majestosa.
Quero viver em Lucélia
onde a vida é cor-de-rosa.

Só de pensar que algum dia
eu me ausente, oh querida cidade
quero que saibas Lucélia
que em meu peito só existe ansiedade.

Oh! terra que tem no seio
homens de boa vontade
que a própria vida dariam
pela sua imensidade.

Oh! minha linda Lucélia
terra boa onde eu nasci
rainha dos luminosos
tão formosa eu nunca vi.

Um pouco da história do Trio Palmeira, Luizinho e Zezinha
A formação mais duradoura e famosa do Trio, foi com LUIZINHO, LIMEIRA E ZEZINHA.
Luizinho começou em 1939 em dupla com Mariano (aquele da dupla CAÇULA e MARIANO).
De 1946 a 1952 a dupla era Palmeira e Luizinho. Em 1952 entrou a acordeonista Carmela Bonano (ZEZINHA) para acompanhamento. A dupla se desfez em 1953 e se reuniu novamente em 1956.

DEPOIS:
Palmeira e Biá, e Luizinho e Nenete (aquele do NENETE e DITINHO e NENETE e DORINHO). Nenete adotou o nome artístico de Limeira (LUIZINHO e LIMEIRA) 1952/53.

No dia 24/09/1960, numa apresentação no Circo-Teatro Estrela Dalva na cidade de Itanhaém-SP, Zezinha abria a apresentação do trio. Como era de costume, ela introduzia o show cantando sozinha a primeira música, acompanhada de seu Acordeon, quando um sujeitinho execrável, inqualificável, louco e frustrado, chamado Edmundo Freire, invadiu a cena e esfaqueou-a, ferindo-a na mão, na perna e no pé, além de 11 furos no fole do Acordeon. Edmundo "queria porque queria" ser o marido de Zezinha e declarava que "... se ela não ficasse com ele, não ficaria com mais ninguém"...

Sem comentários... A "Imperatriz da Harmônica" levou quase dois meses para se recuperar dos ferimentos e do susto. Esse atentado passou a fazer parte da História do trio, tendo originado um de seus maiores sucessos que foi "O Crime do Circo" (Zezinha - Limeira), música essa que acabou se transformando também numa peça teatral. (Colaborou Evilázio Teixeira e Raul Teixeira)


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